Absurdo: cômodo e simples

O absurdo; aquele pedaço de sinceridade, cômodo e simples, justo como o nunca, jamais me pediu algo.

Na terceira garrafa o nada.

No terceiro suspiro, o medo.

No terceiro tropeço, ruídos.

No terceiro sorriso, maldade.

Poesia, poesia, poesia! Gritaram os porcos!

Desistir é olhar para dentro. O absurdo, aquela sinceridade santa, simples, era o nada.

O absurdo, prostrava-se no cotidiano, veja bem.

Parem o conto. Matem a poesia. E enterrem tudo. Acabem.

Verde, amarelo, vermelho, verdade; acabou!

Absurdo e sinceridade: justiça, justiça dos mesmos.

Não gostei mais.

se bakunin virasse poeta raul seixas era especifista
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2 pensamentos sobre “Absurdo: cômodo e simples

  1. Tainá disse:

    Eu gostei muito. Deste artifício também.

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