Cinza após cinza


E me sobra um infinito cinza
Cujas cores escasseam, mas gritam na rua
Gritam na rua
Com o arame farpado dos prédios
Nos dedos

Emoldurando
Minha solitude bêbada
Recortando-me cinza após cinza
Com o arame farpado dos prédios
Nos dedos

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